2.10.10
5.9.10
24.8.10
23.8.10
eu tranformava-te numa coisa só minha. onde só eu é que te podia tocar e falar. seriamos nós e o ar que nos falta. não sobrariam sombras. faziamos tudo de cor e tudo no preto no branco numa resolução de saidas. só me fartava do que não existia por não termos. até as vozes se tornavam silenciosas só para te ver sorrir.22.8.10
tinha muita coisa para te dizer hoje. inicialmente, era só para saberes que me fizeste tremer ontem enquanto me davas um abraço de consolo, depois não vejo a hora de saber o que tu és, se representas mais do que suponho ou penso e chamo por tempos fundos e opressores, mais? só me resta falar-te de eu ter o poder em ti, aquele que tu dizes que é desumano por ser matreiro e por ter sido o primeiro a escapar-te fora de controlo e perdes-te os sentidos. foste.20.8.10
19.8.10
9.8.10


ando a analisar-me de alto a baixo. o teu corpo agarrado ao meu e fala-se sempre desta palavra indirectamente. amor ? resguarda-me quase maior parte do dia em longitude já que não te sinto concretamente. as culpas nunca tiveram resultados positivos. são completamente nulos por sabermos que isto chega. vamos parar por aqui. já vi este cenário milhares de vezes. uma cama, umas persianas baixas, uns lenços para alimentar o remorso e parou!
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